Durante entrevista ao programa Todo Dia com Beta Boechat, do canal DiaTV, na segunda-feira (19), a influenciadora Isabelle Nogueira falou sobre as cobranças que tem recebido em relação à fumaça que atingiu o Amazonas. A ex-cunhã-poranga do Boi Garantido defendeu que a população cobre ações dos políticos e gestores públicos eleitos.
Isabelle afirmou que Manaus completou 11 dias consecutivos sob fumaça e contou que tem recebido cobranças para “fazer alguma coisa”. Para ela, as exigências por soluções devem ser direcionadas aos representantes escolhidos pela população nas urnas.
“O político, na minha percepção, é um funcionário do povo. Então a gente tem que cobrar, sim, as pessoas que nós colocamos nesse poder, as pessoas que a gente deu o nosso voto”, declarou.
Durante a entrevista, a influenciadora questionou o que os deputados estaduais eleitos pelo Amazonas têm feito para combater as queimadas. Ela cobrou iniciativas como projetos, fiscalização e destinação de emendas parlamentares.
“A gente acabou de sair de uma eleição que a gente elegeu deputados estaduais. O que o seu deputado estadual está fazendo para combater as queimadas? Que projeto? E questões de emendas, de fiscalização também? Como que ele tem agido em relação a isso?”, questionou.
Isabelle também apontou a dificuldade de parte da população em identificar qual esfera do poder público deve ser acionada diante dos problemas ambientais. Segundo ela, muitas pessoas não sabem quais responsabilidades cabem à prefeitura, ao governo estadual ou ao governo federal.
Na legenda da publicação com o trecho da entrevista, a influenciadora destacou as atribuições dos parlamentares. Ela afirmou que deputados federais podem destinar emendas e fiscalizar ações do governo federal, enquanto deputados estaduais podem fiscalizar a administração estadual e propor políticas públicas dentro de suas competências.
Isabelle ressaltou ainda que a mobilização de artistas ajuda a dar visibilidade à causa, mas não substitui a atuação dos representantes eleitos.
“O poder pertence ao povo. Mandato não é privilégio: é compromisso, trabalho e responsabilidade”, escreveu.
