Manaus (AM) – 05/03/2026 – Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento da execução do professor da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Davi Said Aidar, de 62 anos, assassinado no dia 6 de fevereiro, na rodovia AM‑010, zona Norte de Manaus. As imagens registram a chegada de três homens em uma motocicleta ao bar da vítima, no ramal Água Branca, e a sequência de disparos que culminou na morte do professor.
Segundo a investigação, o ataque foi premeditado. A polícia aponta que a mandante do crime seria Juliana da Rocha Pacheco, vizinha da vítima e proprietária de um bar nas proximidades. De acordo com os investigadores, a motivação teria sido uma rivalidade comercial, após a redução das vendas no estabelecimento da suspeita com a chegada do bar de Davi ao local.
As apurações indicam que Juliana teria procurado o sobrinho, Lucas Santos de Freitas, conhecido como “Lucão” ou “Magrão”, que atuaria como agiota. Ele teria recrutado outros envolvidos, alguns com dívidas, para executar o crime. O vídeo reforça a participação dos autores ao registrar a dinâmica do ataque.
O delegado Adanor Porto, da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), informou que três dias antes do assassinato, Lucas e um dos executores, Antonio Carlos Pinheiro Meireles, conhecido como “TK”, fizeram reconhecimento do local. No dia do crime, conforme a polícia, a própria Juliana teria entregue a bolsa com a arma utilizada na execução.
Até o momento, quatro pessoas foram presas: Lucas Santos de Freitas (“Lucão”/“Magrão”), Antonio Carlos Pinheiro Meireles (“TK”), Rafael Fernando de Paula Bahia e Emerson Sevalho de Souza, todos com antecedentes policiais. Juliana da Rocha Pacheco não foi localizada e é considerada foragida.
A Polícia Civil solicita a colaboração da população para localizar a suspeita. Informações podem ser repassadas de forma anônima pelos telefones (92) 98118‑9535, (92) 3667‑7575, 181 (SSP‑AM) ou 197 (PC‑AM).
Fonte: Portal do Holanda
