Portal Castello
Geral

Após ir para o semiaberto, Cleusimar Cardoso publica carta sobre o Belle Femme e relembra Djidja

(Foto: Reprodução/internet)

Cleusimar Cardoso publicou uma carta aberta nesta segunda-feira (12), direcionada a funcionários, parceiros e amigos do grupo Belle Femme, em Manaus. A mensagem foi divulgada após a progressão dela para o regime semiaberto, com uso de tornozeleira eletrônica, e reúne lembranças sobre a origem do empreendimento, o significado das cores da marca e agradecimentos às pessoas que mantiveram vínculos com a empresa durante as dificuldades enfrentadas pela família.

Na carta, Cleusimar recorda o início do salão, em 2001, quando buscava sustentar os filhos e construir uma trajetória profissional própria. Ela destaca que o negócio começou antes da estrutura empresarial e da rede de clientes que se formaria ao longo dos anos.

“Antes de existir uma empresa, existia uma mãe”, escreveu ao recordar o período em que conciliava a criação dos filhos com a construção do empreendimento.

Significados da marca e referências familiares

A fundadora também explicou as referências que inspiraram a identidade visual do Belle Femme. Segundo a carta, a letra “B” da logomarca foi inspirada nos traços do rosto de Djidja Cardoso ainda na infância, aproximando a identidade da marca da história familiar.

As cores vermelho e azul, de acordo com o relato, foram escolhidas para reunir referências distintas. Da combinação surgiu o lilás, que passou a representar o salão e que, na mensagem, aparece associado à espiritualidade, à realeza e à transformação.

Já o amarelo foi escolhido por ser uma cor apreciada por Cleusimar e pelo pai de seus filhos. A referência ao girassol, que acompanha a luz, é apresentada como símbolo de esperança, força e continuidade diante das adversidades.

Homenagem à filha e agradecimentos

Outro trecho da carta é dedicado à memória de Djidja Cardoso. Cleusimar relembra a participação da filha no crescimento do Belle Femme e sua atuação nas atividades do empreendimento desde a adolescência.

A fundadora também agradece aos funcionários, amigos e parceiros que permaneceram próximos à empresa durante o período de dificuldades. Na mensagem, ela destaca a importância dos gestos de apoio e lealdade recebidos ao longo da trajetória do grupo.

O texto termina com referências à união familiar, à superação e à continuidade da história do Belle Femme. Cleusimar apresenta o salão não apenas como um negócio, mas também como parte da trajetória construída com os filhos e com as pessoas que participaram do desenvolvimento da marca.

Relembre o caso

Djidja Cardoso, ex-sinhazinha do Boi Garantido, morreu em maio de 2024, em Manaus. A investigação do caso levou à prisão de Cleusimar Cardoso e do filho, Ademar Cardoso, em apuração relacionada ao uso e ao tráfico de cetamina no contexto de um grupo religioso.

Cleusimar foi condenada a 10 anos e 11 meses de prisão e progrediu para o regime semiaberto no mês passado, com uso de tornozeleira eletrônica.

Relacionados

Vídeos mostram pichações e danos em acessos do metrô após ato na Avenida Paulista, em São Paulo

Araujo

Festival musical transforma o esquenta em atração principal e reúne DJs em sets inéditos

Araujo

Outubro Rosa: mulheres com câncer de mama têm direito a benefícios, isenções e reconstrução mamária

Araujo

Este site usa cookies para melhorar sua experiência. Entendemos que você está de acordo com isso, mas você pode cancelar, se desejar. Aceitar Leia mais