Brasília, DF – 07/02/2026 – A insulina glargina, de ação prolongada, passou a ser incorporada como opção terapêutica no tratamento de diabetes pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em um projeto piloto que começou a ser implementado em unidades de saúde de municípios selecionados. A iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso a terapias mais eficazes e melhorar o controle glicêmico de pacientes com diabetes tipo 1 e tipo 2.
O projeto prevê a distribuição da insulina glargina para pacientes que apresentam dificuldades no controle da glicemia com os tratamentos tradicionais ou que demandam regimes de aplicação mais estáveis. A insulina glargina é conhecida por manter níveis de glicose mais constantes ao longo do dia, o que pode reduzir episódios de hipoglicemia e melhorar a qualidade de vida dos usuários.
Segundo os profissionais de saúde envolvidos, a medida está alinhada com as diretrizes de atenção básica e endocrinologia do SUS e visa incentivar práticas terapêuticas diferenciadas para públicos com necessidades específicas. A implementação do projeto piloto permitirá avaliar a logística de distribuição, adesão ao tratamento e eficácia clínica antes de uma eventual ampliação nacional.
O projeto piloto com a insulina glargina chega em um momento em que aumentam as discussões sobre formas de ampliar o acesso a medicamentos essenciais no SUS, especialmente para doenças crônicas que exigem acompanhamento contínuo, como é o caso do diabetes.
A expectativa é que, com o acompanhamento dos pacientes participantes, gestores de saúde possam obter dados robustos para decisões futuras sobre incorporação definitiva dessa opção terapêutica no rol de medicamentos distribuídos pelo SUS.
Fonte: Em Tempo
