Manaus (AM), 17/06/2026 – A busca por atendimento médico no Serviço de Pronto Atendimento (SPA) da Compensa, localizado na zona oeste de Manaus, transformou-se em um episódio de indignação e constrangimento para uma família. Um homem denunciou a longa espera e o mau tratamento recebido por funcionários da unidade de saúde enquanto acompanhava sua mãe.
De acordo com o relato do filho, os dois chegaram à unidade por volta das 15h em busca de assistência médica para a paciente. No entanto, horas se passaram sem que ela fosse chamada para a avaliação médica, evidenciando a lentidão e a superlotação no fluxo de atendimento do local.
Atrito e constrangimento
Além do cansaço e da angústia gerados pela longa fila de espera, a situação se agravou quando o acompanhante tentou cobrar providências e questionar a demora. Ele denuncia ter sido destratado e chamado de “palhaço” por um dos seguranças terceirizados que atuam na recepção do SPA.
O episódio gerou forte revolta, não apenas para o filho que tentava garantir o direito da mãe à saúde, mas também expôs a fragilidade no acolhimento de pacientes e familiares que buscam o sistema público em momentos de vulnerabilidade.
Questionamentos sobre a gestão
O caso levanta sérios questionamentos por parte dos usuários sobre o funcionamento do SPA da Compensa. As principais cobranças envolvem:
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A ineficiência no tempo de resposta: A demora excessiva para o atendimento de pacientes que buscam a rede de urgência e emergência;
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O despreparo no atendimento ao público: A falta de treinamento adequado e humanizado por parte dos colaboradores terceirizados que lidam diretamente com a população doente e seus acompanhantes.
Até o momento, a direção da unidade não se pronunciou sobre o episódio de desrespeito relatado ou sobre as medidas que serão tomadas para apurar a conduta do segurança envolvido.
Fonte: Portal Rios
