Um idoso de 61 anos, de nacionalidade alemã, foi encontrado gravemente ferido sobre o telhado de uma casa no bairro Praça 14 de Janeiro, na zona Sul de Manaus. Segundo a Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), o homem teria sido vítima de uma série de agressões praticadas pela própria enteada, uma mulher trans de 27 anos.
Entre as suspeitas investigadas estão a retirada dos olhos da vítima, ferimentos nas orelhas e a ingestão de partes do corpo. O delegado Cícero Túlio, titular do 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP), afirmou que a mulher teria devorado as orelhas e arrancado os olhos do padrasto.
O idoso também teria sido submetido a violência sexual e mantido em cárcere privado, segundo as informações preliminares divulgadas pela polícia. Ele foi levado para atendimento médico após ser localizado ferido.
Suspeita foi presa pela Polícia Civil
A mulher foi presa nesta terça-feira (22) por policiais do 1º DIP e conduzida para a sede da unidade policial, que fica no mesmo bairro onde ocorreu o caso.
A prisão foi determinada pela Justiça após a Polícia Civil reunir informações sobre as agressões. A suspeita permanece à disposição das autoridades enquanto o inquérito avança.
A identidade da mulher não foi divulgada.
Delegado relata violência durante investigação
Segundo Cícero Túlio, a investigação aponta que o idoso teria sofrido diferentes formas de violência.
“A suspeita devorou as orelhas, arrancou os olhos e estuprou a vítima”, afirmou o delegado.
A declaração foi dada durante a divulgação das primeiras informações sobre o caso. A Polícia Civil ainda deve esclarecer a dinâmica das agressões, a motivação e as circunstâncias em que o homem foi encontrado no telhado.
Caso ainda está em investigação
As informações divulgadas pelas autoridades são preliminares. A Polícia Civil do Amazonas continua realizando diligências para confirmar as circunstâncias dos crimes e reunir elementos que possam esclarecer o que aconteceu dentro do imóvel.
A investigação apura suspeitas de cárcere privado, tortura, violência sexual e canibalismo. Outros detalhes devem ser divulgados pela polícia conforme o inquérito avançar.
