Portal Castello
Política

Lula defende o estado do Pará após declaração de chanceler alemão

O líder europeu havia comparado Belém (PA) de forma desfavorável a Berlim

(Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva respondeu nesta terça-feira (18) a uma declaração feita pelo primeiro-ministro alemão, Friedrich Merz, em 13 de novembro. O líder europeu havia comparado Belém (PA) de forma desfavorável a Berlim, capital da Alemanha.

Durante a cerimônia de inauguração da ponte que liga Xambioá (TO) a São Geraldo do Araguaia (PA), Lula rebateu a crítica afirmando: “Berlim não oferece para ele 10% da qualidade que oferece o estado do Pará e a cidade de Belém”.

A manifestação do presidente ocorreu após Merz afirmar publicamente que ninguém de sua comitiva quis permanecer em Belém para acompanhar a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), justificando que Berlim seria “uma cidade muito bonita”.

No discurso, Lula lembrou que, desde o início, a decisão de realizar a COP30 no Pará gerou questionamentos. Segundo ele, houve quem defendesse que o evento deveria ocorrer no Rio de Janeiro ou em São Paulo, e reclamações chegaram a surgir até sobre o preço de refrigerantes, embora, destacou o presidente, pouco se fale sobre os valores cobrados por uma garrafa de água em aeroportos internacionais.

Ao retomar a declaração de Friedrich Merz, Lula reforçou que faltou conhecimento por parte da comitiva alemã sobre a cultura e a experiência amazônica.

O presidente afirmou: “Ele, na verdade, devia ter ido em um boteco no Pará. Ele, na verdade, deveria ter dançado no Pará. Ele deveria ter provado a culinária do Pará. Porque ele ia perceber que Berlim não oferece para ele 10% da qualidade que oferece o estado do Pará, a cidade de Belém”, completou.

Relacionados

Aldenor Lima ameaça acampar em frente ao Ibama para impedir retirada da capivara Filó

Araujo

VÍDEO: ‘Com bandido eu não quero fazer acordo’, diz Alessandra Campelo na Aleam sobre episódio de ameaça

Araujo

PEC da Segurança avança no Senado e prevê regras mais rígidas contra facções

Araujo

Este site usa cookies para melhorar sua experiência. Entendemos que você está de acordo com isso, mas você pode cancelar, se desejar. Aceitar Leia mais